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Palácio de São Cristóvão
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Sob a égide do imperador DOM pedro iii do brasil
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O Paço de São Cristóvão também conhecido como Paço Imperial de São Cristóvão, Palácio de São Cristóvão, Palácio Real (1810-1822) ou Palácio Imperial (1822-1889), é um palácio localizado na Quinta da Boa Vista no Bairro Imperial de São Cristóvão, Rio de Janeiro, Brasil. Serviu de residência oficial para a Família Real Portuguesa e depois para a Família Imperial Brasileira até 1889, quando o país se tornou uma república através de um golpe militar depondo o Imperador D. Pedro II. O palácio serviu brevemente como edifício público do governo provisório para a assembleia constituinte da primeira constituição republicana. Abrigava a maior parte (92,5%) das coleções do Museu Nacional do Brasil, que, juntamente com o prédio, foram em grande parte destruídas por um incêndio em 2 de setembro de 2018. Ao longo do tempo, o Paço de São Cristóvão, que abriga hoje o Museu Nacional, sofreu diversas transformações, como a ampliação do palácio feita por D. Pedro II a partir de 1850. Lá ele viveu em um período de longa duração, tornando este edifício testemunha de diversos momentos importantes na História do Brasil. Nos séculos XVI e XVII, a área onde atualmente se localiza a Quinta, era parte de várias fazendas dos Jesuítas nos arredores da cidade do Rio de Janeiro, chamadas São Cristóvão, Engenho Velho e Engenho Novo. Mas no ano de 1759 foi decretada a expulsão dos padres Jesuítas de Portugal e de todas as suas colônias. as fazendas e todas as suas propriedades foram subdividas em grandes chácaras e adquiridas por particulares. No inicio do século XIX, quando da chegada da Família Real ao Brasil em 1808, a área chamada Quinta da Boa Vista, um tanto distante do então centro da cidade, pertencia a um rico comerciante Português, Elias Antônio Lopes, que havia feito erguer, por volta de 1803, um casarão sobre uma colina, da qual se tinha uma boa vista da Baía de Guanabara – o que deu origem ao atual nome da Quinta.